Deficiência de ereção: causas psicológicas e disfuncionais

Quais são os fatores psicológicos – ou disfuncionais – das dificuldades de ereção?

Ansiedade, depressão e estresse crônico são os três inimigos da ereção mais importante do ponto de vista psíquico. A história exata de muitos pacientes com distrofia erétil mostra que eles sofreram em uma idade precoce de déficits ocasionais em resposta ao estresse, depressão, ansiedade ou mesmo pequenas quantidades de álcool. 
Essa observação sugere que alguns fatores de vulnerabilidade (1-3) estão presentes em muitos sujeitos ao longo da vida e podem contribuir para deslocar o equilíbrio da competência eretiva entre função ou déficit, provavelmente atuando como variáveis ​​independentes. 
Esses fatores funcionais de vulnerabilidade incluem os chamados fatores psicogênicos(com sua coorte de aspectos intrapsíquicos, bioquímicos e relacionais) e alterações bioquímicas secundárias ao álcool, dismetabolismo, drogas, drogas, estresse físico e assim por diante. 
O modelo interpretativo que mais respeita a realidade é, portanto , multifatorial , em que o diagnóstico de fatores predisponentes, precipitação ou manutenção, responsável pelo déficit erétil, remete a um modelo de vulnerabilidade em uma perspectiva longitudinal (tempo de vida).
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O que significam os fatores “disfuncionais”?

Neurotransmissores – substâncias com as quais as células nervosas comunicam entre si e com o resto do corpo – são o ponto chave biológico em que os fatores psicológicos tornar funcional (e, portanto, biológica ou microestrutural) e interferindo com o maneiras neuroendócrino e autonômico que coordenam , entre outras coisas, também ereção. 
A distinção entre fatores funcionais e orgânicos (macroestruturais) está, portanto, relacionada às nossas ferramentas de investigação. Quanto maior a atenção clínica aos aspectos funcionais, maior a possibilidade de reconhecer os sinais e sintomas no nível diagnóstico e terapêutico.

O que significa “psicogênico” hoje?

O termo “psicogênico” indica brevemente que um déficit erétil é devido a uma série de fatores interpessoais ou intrapsíquicos, e que não há fatores “orgânicos”. 
A “seletividade da eretividade” sempre foi considerada a característica desta condição: a lógica sugeria que se um homem pudesse ter uma perfeita ereção em certas circunstâncias (por exemplo, com masturbação) e em outras não (por exemplo, durante coito), anatomia e fisiologia tinham que estar intactas. A prática clínica mostra que nem sempre isso é verdade, pondo definitivamente em questão a obsoleta dicotomia entre psicogênico e orgânico (1-3).
Alguns exemplos mostrarão como os fatores “psicogênicos” podem simular danos orgânicos e levar a erros diagnósticos e terapêuticos. Os fatores psicogênicos mais comuns são depressão, ansiedade e estresse crônico.

Como a depressão pode alterar a função eretiva?

A depressão pode causar o déficit erétil de diferentes maneiras: 
– reduz o desejo e a pulsão erótica; 
– altera os ritmos do sono (na fase REM, ou seja, sono com sonhos e não-REM); 
– modifica comportamentos individuais e interpessoais (1-2). 
Depressão maior pode causar ereção completa de ereções noturnas associadas à fase REM; As mesmas repercussões podem ser induzidas por sonhos de alta ansiedade. Como conseqüência, o registro de ereções noturnas (TNP) pode ser falsamente negativo devido a fatores psicogênicos, que serão, portanto, cuidadosamente investigados sempre que um TNP negativo estiver presente.

Por que a ansiedade de desempenho pode interferir na ereção?

Esta expressão refere-se à incapacidade de um homem para se concentrar em seus sentimentos de excitação, porque ele se tornou um espectador e juiz ansioso de seu desempenho sexual. A dificuldade ou incapacidade de ouvir as sensações físicas de prazer torna difícil alcançar e manter uma ereção, o que aumenta ainda mais a ansiedade nas tentativas subsequentes. 
A ansiedade pode ser agravada por medos e problemas específicos: os casos mais frequentes dizem respeito ao medo da intimidade sexual, agressão, perda de controle, ansiedade de castração, sentimentos de culpa e imaturidade ou fragilidade da identidade sexual. .
A conseqüência destes vários fatores psicogênicos é um terremoto neuroendócrino do tipo adrenérgico, que se caracteriza pela liberação no sangue de altas quantidades de adrenalina que paralisam a ereção e / ou sua duração.

Transtornos sexuais masculinos, saiba mais aqui

Transtorno sexual é um problema que muitas pessoas enfrentam: homem, mulher, casal ou solteiro … Mas muito poucos se atrevem a conversar com seu médico até que o problema não seja grave e que a vida de um casal não seja ainda não ameaçado.

Os distúrbios sexuais são bastante comuns, entre 30 e 45% da população , mas a maioria dos casos é tratável.

Para ajudar homens e mulheres a ter uma relação satisfatória e um relacionamento íntimo que é sempre satisfatório, este artigo os acompanha na detecção e tratamento de distúrbios sexuais, uma dificuldade que nem sempre é óbvia de se superar para algumas pessoas.

O tratamento de distúrbios sexuais é feito por medicação quando a causa é física e por psicoterapia quando a causa é psíquica. Mas é possível que os dois tratamentos sejam combinados para ter um resultado melhor.

Neste guia, você encontrará todas as nossas dicas para detectar um distúrbio sexual em casa ou em seu parceiro e nossas soluções para remediá-lo.

Definição e classificação de distúrbios sexuais

O que é um distúrbio sexual?

O distúrbio sexual é um problema que ocorre durante uma fase do ciclo de resposta sexual. Em seguida, impede a pessoa ou o casal de trazer ou sentir satisfação durante um relacionamento sexual.

Assim, os distúrbios sexuais incluem todos os fatores bloqueadores, fisiológicos ou psicológicos, que impedem uma pessoa de ter uma relação sexual completa e satisfatória.

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Quem é afetado por esses distúrbios?

Os distúrbios sexuais são particularmente comuns. Estudos têm mostrado que 4 a 9% dos homens têm um distúrbio erétil e que 4 a 10% têm um problema com a ejaculação. A prevalência de distúrbios sexuais em mulheres é particularmente alta, 25 e 63%. A maioria das mulheres com distúrbio sexual tem problemas com desejo sexual e orgasmo.

Apesar dessa freqüência, nenhum estudo epidemiológico foi realizado nesses anos para determinar se todos os casos podem ser classificados como “doenças”.

Todos os homens e mulheres de diferentes idades podem sofrer de um distúrbio sexual, mas algumas pessoas podem estar em alto risco. É o caso de pessoas com problemas cardiovasculares, psíquicas, hipertensão, diabetes, estresse, ansiedade, falta de autoconfiança, idade avançada …

Como observado anteriormente, o distúrbio é um problema que pode afetar a todos e se manifestar em qualquer idade, mesmo se houver uma população em risco.

Nos humanos, muitas pessoas são afetadas por esse distúrbio sexual:

  • dificuldades em atingir o orgasmo (8%),
  • ejaculação precoce (5%)
  • colapso da ereção (10%).

Para as mulheres, o número de mulheres envolvidas seria aproximadamente:

  • 7% (dificuldade em atingir o orgasmo),
  • 35% (falta de lubrificação),
  • 46% (transtornos do desejo sexual)
  • 25% (dor durante o sexo).

Os sintomas

Os problemas sexuais são geralmente chamados de disfunção sexual pelos médicos. Como nos homens, como nas mulheres, os sintomas podem ser diferentes de um distúrbio para outro, mas há, no entanto, sintomas que são reconhecíveis e permitem que os médicos conheçam os distúrbios sexuais.

Os sintomas de distúrbios sexuais em homens são caracterizados por uma incapacidade de atingir ou manter uma ereção satisfatória durante a relação sexual, uma ausência de ejaculação ou uma incapacidade de controlar no momento da ejaculação.

Nas mulheres, a disfunção sexual geralmente resulta em incapacidade de atingir o orgasmo, lubrificação insuficiente antes e durante a relação sexual ou incapacidade de relaxar os músculos vaginais para permitir a penetração.

Alguns sintomas também podem ser visíveis em homens e mulheres, como diminuição do desejo, dor durante a relação sexual ou incapacidade de atingir o orgasmo.

Remédios para emagrecer: funcionam mesmo?

Remédios para emagrecer: funcionam mesmo?

Quando o excesso de peso representar um risco à saúde ou quando houver ineficácia no tratamento de base, os remédios para emagrecer podem ser usados, mas com acompanhamento médico.

Ao longo da história da sociedade humana, o padrão de beleza se mostrou bastante variável de acordo com o tempo e o lugar. Houve uma época, no Renascimento, em que a mulher considerada bonita tinha que ser mais “cheinha”, pois isso indicava que ela tinha uma condição econômica que a permitia se alimentar “bem”, algo raro naquela época.

Hoje ocorre o contrário, o padrão de beleza é uma mulher dotada de uma magreza que beira a desnutrição. No entanto, ambos os padrões citados contrariam as normas de saúde e bem-estar. Problemas como a anorexia e a bulimia têm sido desencadeados em razão da imposição de um padrão de beleza que ataca a autoestima das pessoas (e que, muitas vezes, não é nem mesmo possível de ser alcançado, mantendo-se a saúde).

Por outro lado, a obesidade é sim um fator de alto risco de saúde, sendo considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMC) como uma doença crônica, que pode levar a problemas cardíacos, diabetes, colesterol alto, etc.

Assim, muitas pessoas obesas – principalmente jovens, que são bastante influenciáveis pela mídia, propagandas e conceitos de outras pessoas – acabam recorrendo ao uso de drogas (remédio, fármacos e medicamentos) como tratamento contra a obesidade. Mas surgem várias dúvidas:

Será que os remédios realmente ajudam a emagrecer?
Quais os riscos e benefícios desse tipo de tratamento?
Só os remédios já são suficientes para a pessoa deixar de ser obesa?
Entender a composição química desses medicamentos e seus efeitos pode ajudar a esclarecer esses questionamentos.

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A Química desenvolveu várias drogas que são, sim, extremamente importantes no tratamento contra a obesidade. Por exemplo, algumas agem no hipotálamo, que é a parte do cérebro que atua no controle do apetite. Desse modo, existem fármacos que diminuem a fome (catecolaminérgicos) e outros que aumentam a saciedade (serotoninérgicos).

Existem também aqueles que diminuem a absorção de gorduras.

No Brasil, no ano de 1999, tivemos o lançamento do orlistat (Xenical®), primeiro inibidor seletivo de lipases intestinais, as quais são responsáveis pela clivagem e posterior absorção dos ácidos graxos.

No entanto, se esses “remédios para emagrecer” não forem administrados na forma correta, podem até mesmo matar. Casos desse tipo ocorrem com o uso de anfetaminas, substâncias orgânicas do grupo das aminas, que atuam no sistema nervoso central, diminuindo a sensação de fadiga e reduzindo o apetite. A principal anfetamina é a benzedrina, cuja fórmula está representada a seguir:

Esse medicamente, conhecido como “bolinha”, não pode ser usado sem recomendação médica, pois seus efeitos colaterais são muito perigosos. Além da dependência química, outros efeitos são: dores de cabeça, palpitações, aumento crônico da pressão arterial e “psicose de anfetamina”, que é uma crise parecida com a esquizofrenia, na qual a pessoa tem alucinações e se torna mais agressiva.

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Estudos mostram que alunos que usam anfetaminas têm o seu comportamento alterado, tornando-se agressivos, desrespeitosos, descuidados, desinteressados e ao fazerem exames escolares, ficam inseguros e podem responder coisas que não estão relacionadas aos assuntos pedidos nas questões.

O maior problema do uso desses remédios é a falta de orientação médica. Muitos usam esses remédios sem necessidade. Além disso, um fato que a pessoa deve ter em mente é que o uso de drogas no tratamento contra a obesidade e até mesmo a realização de procedimentos médicos não são suficientes para a perda permanente de peso.

É por isso que o Ministério da Saúde realizará uma campanha em mais de 2.500 municípios, dos dias 5 a 9 de março de 2012, com o tema: Prevenção da obesidade na infância e na adolescência, iniciativa integrada ao Programa Brasil sem Miséria, lançado pela Presidência da República em 2011. Essa campanha promoverá diversas ações que visam prevenir e controlar a obesidade, em escolas públicas do país, de educandos na faixa etária de 5 a 19 anos.

Será mostrado que o tratamento da obesidade se baseia em exercícios físicos e em mudanças dos hábitos alimentares. Quando o excesso de peso representa um risco à saúde ou ocorre uma ineficácia do tratamento de base, é necessário então um acompanhamento de apoio ao paciente por especialistas.

Esse acompanhamento será feito por equipes de Saúde da Família ligadas à Unidade de Saúde Básica (UBS), que se deslocarão até à escola para examinar as crianças e desenvolver práticas educativas de promoção, prevenção e avaliação das condições de saúde. Além disso, também serão programadas visitas da comunidade às Unidades Básicas de Saúde, ação prevista dentro da estratégia Saúde Mais Perto de Você.

Somente nos casos citados em que há risco de saúde e quando a mudança nos hábitos alimentares aliada a atividades físicas não funcionar, é que os médicos decidem se é necessário que se associem ou não medicamentos ou procedimentos cirúrgicos. Para tal, são considerados vários fatores, tais como a faixa etária, o sexo, o tipo físico, a constituição familiar, racial, fatores culturais e avaliação dos hábitos alimentares.

Dieta da Mimis: como eu eliminei 33kg de forma saudável

Dieta da Mimis: como eu eliminei 33kg de forma saudável

Como eu falei lá do comecinho do blog (ler AQUI e AQUI), alguns processos me ajudaram muito na busca do meu objetivo de emagrecer. Foram eles: a reeducação alimentar, os exercícios, a psicoterapia e a homeopatia.

Hoje vou falar mais especificamente sobre a minha dieta de emagrecimento, que durou 10 meses e onde eliminei 33 quilos.

Eu já me considerava expert em dietas, pois vivi o efeito sanfona a vida inteira (ler AQUI e AQUI) e já tinha emagrecido e engordado muitas vezes na minha vida. Então, quando decidi emagrecer, achei que faria sozinha, pelo menos no começo, pois me achava capaz.

Mas, na primeira consulta com a homeopata (ver nesse POST), resolvi experimentar uma nutricionista nova da clínica. Ela trabalhava com nutrição funcional e apesar de ter me ensinado várias coisas legais (o pão que uso até hoje foi dica super dela), eu não me encaixei nas teorias de corte de lactose e glúten, visto que eu não tenho e nunca tive intolerância a eles. Achava que o gordinho já precisa se privar de tanta coisa na dieta, e retirar leite e derivados (e o meu amado iogurte), bem como os pães e etc seria demais sacrificante para mim.

Então resolvi retornar a uma nutricionista que eu já conhecia de outras vidas, quer dizer, dietas. E embora eu já estivesse em dieta por conta própria (e bem certinha, por sinal), acreditei que ter um profissional apoiando e recomendando variações e corrigindo os erros seria mais fácil, já que a jornada iria ser longa.

Um bom nutricionista avalia não só seu peso e altura. Ele avalia seu dia a dia. Que horas você acorda, trabalha, faz as refeições e dorme. Assim, ele pode montar seu cardápio de acordo com sua necessidade para alcançar os melhores resultados.

Meu dia a dia na semana era tranquilo. Eu passava a semana sozinha e fazia as principais refeições em casa e os lanches fora. Fácil. Mas eu tinha uma complicação. Viajava bastante e nos finais de semana o maridão (que é daqueles magros de dar raiva, sabe? come come come e não engorda?) estava em casa. Esses eram portanto, os meus maiores desafios: viagens e finais de semana.

Optamos por fazer o seguinte: restringir bastante a dieta durante os dias de semana e fazer alguns extras no final de semana ou viagens. E foi assim que funcionou para mim.

Nos dias de semana eu fazia cerca de 6 refeições/dia, que eram: café da manhã, lanche 1, almoço, lanche 2, lanche 3, jantar. Nunca tive fome na ceia, então não comia nada antes de dormir.

E nos finais de semana eu variava um pouco, pois acordava mais tarde e almoçava mais tarde também.

Minha dieta era baseada em alimentos saudáveis, dando preferência para pães e arroz integrais, grãos, cereais, frutas, vegetais, legumes, carnes magras e iogurtes (receita AQUI) e queijo magro.

Durante a semana, as calorias eram poucas, visto que eu praticava muito exercício. Acredito que eram cerca de 1200 dia. Atenção! As calorias devem ser calculadas conforme a sua necessidade.

E nos finais de semana eu tinha uma folguinha: 2 extras. Eu tinha direito a uma refeição saudável (permitida na dieta) sem controle de quantidade. E outra opção a escolher: 2 doses de álcool ou 1 prato livre em alimentos ou 1 doce. Esse segundo extra, me dava folga para aproveitar nas viagens e/ou ir a algum restaurante.

Então durante a semana era mais ou menos assim:

Café: 2 fatias de pão integral com queijo ou peru e uma fruta ou suco pouco calórico.

Pão torrado com peito de peru

Lanche 1 e 2: frutas, barrinhas de cereais, iogurte, ou qualquer coisa saudável que não ultrapassasse 100 calorias.

Almoço: 1 porção de carne magra (150g de frango, 100 de carne vermelha ou 180 de peixe branco) + legumes + vegetais a vontade + 1 porção de carboidrato, de preferência integral (3 colheres de arroz, massa, batata, polenta). * Lembrem-se que toda a minha culinária é feita sem óleo, o que diminui bastante as calorias da dieta.

Ah! Eu gostava muito de comer os legumes e a salada enquanto preparava o prato principal. Ainda faço isso até hoje e essa técnica diminui a fome e a ansiedade na hora da refeição. Ou então, fazer uma receita apenas e encher de legumes para aumentar o prato, como esse risoto de Frango . Sim, sou gulosa 🙂

Frango xadrez

O lanche 3 variava um pouco. Podia ser um sanduiche leve (como ESTE).

Sanduíche de atum

Ou iogurte e frutas (receita AQUI) E às vezes ele me deixava sem fome para jantar.

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Salada de Frutas

Jantar: repeteco do almoço ou legumes, vegetais e 1 porção de carne magra. Outra opção eram os sanduíches (ver AQUI) ou wraps ou pizzas de pão sírio (sem queijo). Algumas épocas eu jantava apenas proteínas e legumes a noite, outras épocas podia repetir a dose do almoço e o lanchinho 3 era menor. Essas variações de calorias na dieta são importantes para o metabolismo não baixar demais e você não entrar no efeito platô.

Sanduiche de Frango e cottage

Ceia: uma fruta ou iogurte que eu raramente comia.

Portanto se contabilizarmos as calorias, eram distribuídas aproximadamente assim:

Café: 200 cal

Lanche 1: 100 cal

Almoço: 350 a 400 cal

Lanche 2: 100 cal

Lanche 3: 150 cal

Jantar: 250 a 300 cal

O grande diferencial e sucesso da minha dieta, foi a minha criatividade na cozinha. Sabendo quais alimentos era importantes para mim, eu criava várias receitas (ver AQUI) no dia a dia. Essa receitas eu compartilho com vocês aqui no blog, no instagram @blogdamimis e na fanpage. Aproveitem!

E quanto aos suplementos, eu começei a tomar whey protein somente da metade do processo em diante, pois praticava muito exercício e a nutri achou melhor suplementar. Então eu tomava como substituto de um lanche, pós academia. E caseína foi somente depois que já tinha emagrecido tudo que queria e comecei a dieta de hipertrofia. Você pode ler mais AQUI.

E nos finais de semana eu mantinha o mesmo e tinha meus 2 extras, como citei. Importante frisar: fazia chuva ou sol lá estava eu praticando atividade física, todos os dias da semana, como você pode ler AQUI.

E meus extras? Ahhh! Eram bem aproveitados! Maridão sempre deixava eu escolher o que eu queria de especial. Podia ser uma massa com filé, ou um risoto de camarão no capricho. Gostava também de tomar minha tacinha de vinho tinto. Outra coisa que fazíamos muito eram churrascos e então desenvolvi uma técnica para não extrapolar (veja AQUI). Até feijoada entrava no cardápio (AQUI).

E foi assim, desenvolvendo meus conhecimentos culinários em prol da dieta, que alcancei meus objetivos. Afinal, a gente também come com os olhos, né? E mais, se não variarmos a dieta, a chance de abandonar tudo é grande.

Ah! E atualmente, quando viajo ou saio de férias e minha alimentação muda um pouco, eu volto mais inchadinha, e aí faço essa dieta de ataque que postei AQUI.

Aqui no blog posto todas as minhas receitas, espie AQUI e divirta-se se alimentando com prazer e saúde.

Hoje eu faço a minha dieta sozinha, pois aprendi muito em todo esse processo. Mas super indico o trabalho desses profissionais tão importantes, que são os nutricionistas, para um trabalho sério e resultados efetivos.

Quero que vocês assistam esse vídeo AQUI onde conto um pouco da minha história e mostro minhas fotos de antes e depois.

Como eu sempre falo, não há fórmula mágica. Há dedicação, determinação, persistência e foco. Esses são os segredos para chegar no seu objetivo. Bora encarar?

Tipos de colágeno e 5 dicas para potencializar seus benefícios

Tipos de colágeno e 5 dicas para potencializar seus benefícios

O colágeno é uma proteína de origem animal que dá sustentação e firmeza à pele. Seus benefícios são inúmeros, mas não se limitam ao aspecto saudável da cútis. Isso porque, quando consumimos alimentos ricos em colágeno, revestimos o nosso intestino de fibras e temos sensação maior de saciedade, o que contribui para a perda de peso.

Diante de tantas vantagens, é natural ficar em dúvida sobre qual o melhor dentre os diversos tipos de colágeno que existem.

Também é normal se perguntar como garantir que os benefícios desta proteína serão bem aproveitados pelo organismo. Por essa razão, explicamos abaixo como é cada tipo de colágeno e damos algumas dicas preciosas para você potenciar ainda mais os efeitos positivos que ele provoca. Confira!

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É sempre bom incluir alimentos na dieta que sejam ricos em colágeno. Mas a melhor forma de se obter colágeno puro é por meio da suplementação.

Ele pode ser encontrado em pó, líquido ou em cápsulas. Ele pode ser hidrolisado ou não. Confira os tipos existentes:

1. Colágeno hidrolisado
O colágeno hidrolisado é mais fácil de ser absorvido pelo organismo. Não à toa, é um dos mais buscados e mais indicados por especialistas.

Ele é liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para comercialização e livre consumo, inclusive sem prescrição médica.

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Segundo pesquisa realizada na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da Universidade de São Paulo (USP), o uso do colágeno hidrolisado melhora a firmeza e a elasticidade da parte mais profunda da pele, o que reduz a flacidez.

Esse estudo avaliou os efeitos do suplemento em mulheres com idades entre 45 e 60 anos. Depois de 90 dias, os testes apresentaram uma melhora grande nas condições da pele.

2. Colágeno em cápsulas
É a forma mais fácil e rápida de suplementar colágeno. Para consumi-lo corretamente, porém, é importante tomar diariamente a quantidade que o fabricante e o próprio produto sugerem, além de seguir rigorosamente a orientação médica.

Um tipo de colágeno em cápsulas que tem agradado muito é a Colastrina, que costuma ser vendida em um frasco com 60 cápsulas. Ela promete potencializar a produção de colágeno no corpo e ainda ajudar no emagrecimento, combater as celulites e estrias e evitar a flacidez da pele.

3. Colágeno em pó
O colágeno em pó, por sua vez, pode ser encontrado com ou sem sabor. Ele é uma ótima opção para ajudar na saciedade e é fácil de ser preparado, uma vez que pode ser diluído na água.

Uma dica é prepará-lo com suco de laranja, que é muito rico em vitamina C e, por isso, ajuda o organismo a absover melhor o colágeno e garantir seus benefícios.

Cuidados necessários com a suplementação
Antes de começar a fazer uso de qualquer tipo de suplementação, é muito importante consultar um médico. Somente ele poderá determinar se você realmente precisa de mais colágeno no seu organismo.

Leia também: comprar Colágeno em pó

Do contrário, se você já apresentar quantidade suficiente desta proteína, a suplementação pode sobrecarregar os rins. E colágeno em excesso também é eliminado pela urina.

Arthur Leão, da Vital Natus (empresa que atua na produção de produtos naturais), orienta: “mesmo sendo um produto natural e que não possui contraindicações, o ideal é que a suplementação seja feita sempre a partir de orientação médica”.

5 dicas para potencializar os efeitos do colágeno
1. Não deixa os nutrientes essenciais de lado
O organismo depende de uma série de nutrientes para garantir que a produção natural de colágeno ocorra normalmente. E este processo pode ser potencializado ao incluir alimentos na dieta que sejam ricos nesses nutrientes.

Os principais deles são a vitamina C e o silício. A primeira pode ser encontrada, principalmente, em frutas e verduras. Já o silício pode ser encontrado em cereais integrais, como é o caso do arroz, aveia, manga e do repolho cru.

A vitamina E também é importante neste processo, já que favorece a cicatrização e melhora a aparência da pele. Ela pode ser encontrada em óleos vegetais, na gema de ovo, fígado, carnes vermelhas, tomate, vegetais verdes e em frutas, principalmente kiwi, maçã e pêssego.

2. Beba muita água
Água é fundamental para a saúde da pele. Não se esqueça: a desidratação também é refletida na pele, que acaba perdendo brilho e elasticidade. Por isso, beba muita água todos os dias para garantir que esse efeito negativo não ocorra.

3. Aposte em cremes faciais
Além de comer bem e beber muita água, você também pode fazer uso de cremes faciais e protetores solares para evitar, retardar ou minimizar os efeitos do tempo e do meio ambiente sobre a pele.

Todos sabemos que tomar sol é importantíssimo, até mesmo para garantir níveis adequados de vitamina D no organismo, mas é igualmente importante usar protetor solar no rosto para evitar um aspecto mais envelhecido da pele.

4. Evite comer frituras
Quando os alimentos são fritos, o óleo acaba virando gordura trans. Essa gordura não tem finalidade útil no organismo, e pode acabar provocando inflamações e incitando a ação dos radicais livres, que afetam diretamente a produção de colágeno.

Aí entra também a importância dos polifenóis, substâncias presentes em alguns alimentos e que têm potencial antioxidante, importante para combater os radicais livres e o envelhecimento precoce.

São ricos em polifenóis: cebola, maçã, uva, linhaça, brócolis e chá verde, entre outros.

5. Garanta uma boa noite de sono
Dormir bem é extremamente benéfico para a qualidade da pele, afinal é durante a noite que o nosso organismo combate os radicais livres com mais eficiência e produz o hormônio do crescimento (GH), também responsável pela renovação celular.

É enquanto você está dormindo que as células organizam suas funções, descansam e reequilibram os estragos do dia, como os efeitos causados pelo sol, o vento e a poluição.

Remédios para dormir – lista dos principais e como funcionam

Remédios para dormir – lista dos principais e como funcionam

Cada vez mais pessoas sentem dificuldades para conseguirem dormir. Seja causado pelo estresse, ansiedade ou qualquer outro motivo. Se você está passando por esse momento, pode estar procurando algum remédio para dormir. Antes de qualquer coisa, saiba que é necessário consultar um médico para avaliar o seu problema. As vezes a insônia pode ser sintoma de algum outro problema que mereça mais atenção e outro tratamento.

Quem receita remédio para insônia é o psiquiatra. Mas se você não sabe a causa do problema, procure um clínico geral para uma avaliação completa e saber se a prescrição é de fato necessária.

REMÉDIOS PARA INSÔNIA QUE NÃO PRECISAM DE RECEITA
A insônia pode ser combatida com vários remédios que não precisam de receita. Não são naturais, mas também não são controlados. Você pode ir a farmácia e conversar com o farmacêutico a respeito. No entanto, a automedicação pode causar sérios danos, por isso é importante consultar um médico para que ele receite o remédio adequado.

MELATONINA
Esse medicamento é muito utilizado por pessoas que trabalham no turno noturno. Isso porque a melatonina é um hormônio produzido pelo próprio organismo que tem a função de controlar os ciclos de sono e também o ritmo circadiano.

A melatonina é inibida durante o dia e sua produção aumenta a noite, ajudando a melhorar o sono. Durante a insônia, esse processo é invertido. Esse medicamento ajuda a fazer com que a qualidade do sono melhore.

DOXILAMINA
É um anti-histâminico que auxilia na manutenção do sono, principalmente quando você não consegue dormir várias horas seguidas ou demora para pegar no sono. A doxilamina, assim como os outros anti-histâminicos devem ser ingeridos com cuidado e esporadicamente.

É comum acontecer efeitos colaterais, principalmente quando toma esse medicamento e não dorme pelo menos 8 horas seguidas. Os efeitos colaterais mais comuns são cansaço, sonolência ou até dores de cabeça.

REMÉDIOS PARA DORMIR RECEITADOS PELO MÉDICO
Em alguns casos a insônia se torna crônica e prejudica consideravelmente a qualidade do sono da pessoa. Isso faz com que o uso de remédios para dormir seja feito com regularidade. Nestes casos somente o médico pode avaliar e definir qual medicamento é o mais adequado. Os mais comuns são:

BENZODIAZEPÍNICOS
São remédios mais fortes que ajudam a manter a qualidade do sono. A posologia vai variar de acordo com o organismo do paciente e do grau de insônia que ele possui. Os mais receitados são:

Estazolam;
Flurazepam;
Dalmadorm;
Temazepam.
O uso contínuo ou a super dosagem podem causar efeitos colaterais desconfortantes e prejudicar a rotina e até a saúde do paciente.

NÃO-BENZODIAZEPÍNICOS
Também são medicamentos fortes com dosagem regulada, mas são menos agressivos dos que os listados acima. No entanto, o controle do médico deve ser feito da mesma forma. Os mais receitados são:

Sonata (Zaleplon);
Stilnox (Zolpidem).
ROZEREM
Esse é um remédio para dormir eficaz. Sua função é provocar um efeito semelhante ao da melatonina no cérebro, ajudando a manter uma noite de sono de qualidade e relaxante. O recomendado é ingerir meia hora antes de se deitar.

Também é um remédio controlado e, possui em sua composição a ramelteona, que é a substância que causa o efeito semelhante ao do hormônio.

É importante salientar que essa lista dos principais remédios para dormir não substitui uma consulta médica! Se o seu problema for casual, experimente os remédios naturais. Caso contrário, procure ajuda médica.

REMÉDIO PARA DORMIR NATURAL
Os remédios naturais não precisam de receita médica e funcionam muito bem! No entanto, cuidado ao ingeri-los, pois também podem causar dependência. Mas, em alguns casos são ótimos calmantes naturais que relaxam o corpo e proporcionam uma boa noite de sono!

CAMOMILA
Essa planta é muita usada para ajudar a dormir devido aos seus efeitos calmantes e relaxantes. É conhecido por acalmar o estresse e a ansiedade e serve como remédio para dormir. A maneira mais comum de consumir é em chá.

ERVA-CIDREIRA
Outra planta quer serve como um remédio para dormir natural. O chá de erva-cidreira, assim como o de camomila, tem propriedades relaxantes que ajudam a dormir durante a noite toda. Basta ingerir uma xícara de chá antes de ir dormir.

Tipos de colágeno e 5 dicas para potencializar seus benefícios

Tipos de colágeno e 5 dicas para potencializar seus benefícios

O colágeno é uma proteína de origem animal que dá sustentação e firmeza à pele. Seus benefícios são inúmeros, mas não se limitam ao aspecto saudável da cutis. Isso porque, quando consumimos alimentos ricos em colágeno, revestimos o nosso intestino de fibras e temos sensação maior de saciedade, o que contribui para a perda de peso.

Diante de tantas vantagens, é natural ficar em dúvida sobre qual o melhor dentre os diversos tipos de colágeno que existem.

Também é normal se perguntar como garantir que os benefícios desta proteína serão bem aproveitados pelo organismo. Por essa razão, explicamos abaixo como é cada tipo de colágeno e damos algumas dicas preciosas para você potenciar ainda mais os efeitos positivos que ele provoca. Confira!

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Ele pode ser encontrado em pó, líquido ou em cápsulas. Ele pode ser hidrolisado ou não. Confira os tipos existentes:

1. Colágeno hidrolisado
O colágeno hidrolisado é mais fácil de ser absorvido pelo organismo. Não à toa, é um dos mais buscados e mais indicados por especialistas.

Ele é liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para comercialização e livre consumo, inclusive sem prescrição médica.

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Segundo pesquisa realizada na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da Universidade de São Paulo (USP), o uso do colágeno hidrolisado melhora a firmeza e a elasticidade da parte mais profunda da pele, o que reduz a flacidez.

Esse estudo avaliou os efeitos do suplemento em mulheres com idades entre 45 e 60 anos. Depois de 90 dias, os testes apresentaram uma melhora grande nas condições da pele.

2. Colágeno em cápsulas
É a forma mais fácil e rápida de suplementar colágeno. Para consumi-lo corretamente, porém, é importante tomar diariamente a quantidade que o fabricante e o próprio produto sugerem, além de seguir rigorosamente a orientação médica.

Um tipo de colágeno em cápsulas que tem agradado muito é a Colastrina, que costuma ser vendida em um frasco com 60 cápsulas. Ela promete potencializar a produção de colágeno no corpo e ainda ajudar no emagrecimento, combater as celulites e estrias e evitar a flacidez da pele.

3. Colágeno em pó
O colágeno em pó, por sua vez, pode ser encontrado com ou sem sabor. Ele é uma ótima opção para ajudar na saciedade e é fácil de ser preparado, uma vez que pode ser diluído na água.

Uma dica é prepará-lo com suco de laranja, que é muito rico em vitamina C e, por isso, ajuda o organismo a absover melhor o colágeno e garantir seus benefícios.

Cuidados necessários com a suplementação
Antes de começar a fazer uso de qualquer tipo de suplementação, é muito importante consultar um médico. Somente ele poderá determinar se você realmente precisa de mais colágeno no seu organismo.

Do contrário, se você já apresentar quantidade suficiente desta proteína, a suplementação pode sobrecarregar os rins. E colágeno em excesso também é eliminado pela urina.

Arthur Leão, da Vital Natus (empresa que atua na produção de produtos naturais), orienta: “mesmo sendo um produto natural e que não possui contraindicações, o ideal é que a suplementação seja feita sempre a partir de orientação médica”.

5 dicas para potencializar os efeitos do colágeno
1. Não deixa os nutrientes essenciais de lado
O organismo depende de uma série de nutrientes para garantir que a produção natural de colágeno ocorra normalmente. E este processo pode ser potencializado ao incluir alimentos na dieta que sejam ricos nesses nutrientes.

Os principais deles são a vitamina C e o silício. A primeira pode ser encontrada, principalmente, em frutas e verduras. Já o silício pode ser encontrado em cereais integrais, como é o caso do arroz, aveia, manga e do repolho cru.

A vitamina E também é importante neste processo, já que favorece a cicatrização e melhora a aparência da pele. Ela pode ser encontrada em óleos vegetais, na gema de ovo, fígado, carnes vermelhas, tomate, vegetais verdes e em frutas, principalmente kiwi, maçã e pêssego.

2. Beba muita água
Água é fundamental para a saúde da pele. Não se esqueça: a desidratação também é refletida na pele, que acaba perdendo brilho e elasticidade. Por isso, beba muita água todos os dias para garantir que esse efeito negativo não ocorra.

3. Aposte em cremes faciais
Além de comer bem e beber muita água, você também pode fazer uso de cremes faciais e protetores solares para evitar, retardar ou minimizar os efeitos do tempo e do meio ambiente sobre a pele.

Todos sabemos que tomar sol é importantíssimo, até mesmo para garantir níveis adequados de vitamina D no organismo, mas é igualmente importante usar protetor solar no rosto para evitar um aspecto mais envelhecido da pele.

4. Evite comer frituras
Quando os alimentos são fritos, o óleo acaba virando gordura trans. Essa gordura não tem finalidade útil no organismo, e pode acabar provocando inflamações e incitando a ação dos radicais livres, que afetam diretamente a produção de colágeno.

Aí entra também a importância dos polifenóis, substâncias presentes em alguns alimentos e que têm potencial antioxidante, importante para combater os radicais livres e o envelhecimento precoce.

São ricos em polifenóis: cebola, maçã, uva, linhaça, brócolis e chá verde, entre outros.

5. Garanta uma boa noite de sono
Dormir bem é extremamente benéfico para a qualidade da pele, afinal é durante a noite que o nosso organismo combate os radicais livres com mais eficiência e produz o hormônio do crescimento (GH), também responsável pela renovação celular.

É enquanto você está dormindo que as células organizam suas funções, descansam e reequilibram os estragos do dia, como os efeitos causados pelo sol, o vento e a poluição.

Impotência Sexual: Causas e Tratamento

Alguma vez você já teve dificuldade para ter ereção e pensou estar com Impotência Sexual?

Ou dificuldade para permanecer mais tempo com o seu pênis duro? Ou alguma vez você perdeu a ereção quando estava no meio sexo? Remédio para impotência

Se isto somente aconteceu uma vez, não fique preocupado. Mas se esta situação se repetiu por mais vezes ou se ela vem se repetindo, fique atento nas próximas linhas que falo com você.

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O que é a Impotência Sexual?
A impotência sexual é caracterizada pela incapacidade ou dificuldade de obter e/ou manter ereção peniana o suficiente para penetração.

Pode acontecer em homens de qualquer idade e independe de serem solteiros ou casados e da orientação sexual, ou seja, não importa se você tem desejo e mantém relação sexual com outros homens ou mulheres.

Isso pode acontecer com qualquer homem em qualquer momento da vida.

Atualmente, utiliza-se muito o termo disfunção erétil para falar da impotência sexual, mas é a mesma coisa. Sempre que você ouvir disfunção erétil ou impotência sexual significa a mesma coisa tá?

Impotência Sexual em qualquer idade é totalmente tratável
Tem solução independente da sua idade. Não importa se você é mais jovem ou mais velho, para qualquer idade tem técnicas possíveis para deixar o pênis ereto.

Se você se queixa desta disfunção, talvez perceba que se sente com desejo de fazer sexo, percebe-se estimulado, mas o pênis não responde adequadamente.

A forma como a disfunção erétil (nome técnico para a Impotência Sexual) se apresenta também é variável, por exemplo:
Alguns homens não conseguem ereção desde o início da atividade sexual;
Alguns até conseguem a ereção, mas perdem imediatamente ao perceber a continuidade da relação sexual;
Outros perdem a ereção quando há tentativa de penetração;
Ou ainda, alguns que chegam a conseguir a penetração, mas perdem logo em seguida.
E os que têm ereção, mas a ereção não é totalmente rígida.
Se você percebe alguma ou algumas destas situações que coloquei acima acontecendo com você é provável que você apresente a chamada disfunção erétil.

Mas fique tranquilo, porque a disfunção erétil tem tratamento.

A seguir, você vai descobrir quais são as causas e quais são os tratamentos para a disfunção erétil.

Causas da Impotência Sexual
As causas da disfunção erétil são variadas e têm intensidades diferentes, além de agirem de modo distinto em cada homem. Elas podem ser:

Psicológicas
Ansiedade
Medo de falhar
Estresse
Esses 3 fatores, de todos, são os que mais causam dificuldades de ereção na grande maioria dos homens.

Depois vem também:

Dificuldade em lidar com frustrações
Depressão
Traumas infantis ou adolescentes associados à sexualidade e relacionamento afetivo.
Primeiras experiências sexuais desastrosas
Crises conjugais
Mitos sexuais
Perda do emprego
Baixa autoestima
Problemas relacionados a identidade de gênero
Orgânicas ou Físicas
Doenças degenerativas
Doenças cardiovasculares
Obesidade
Diabetes não controlados
Sedentarismo
Baixo nível de testosterona
Drogas e Medicamentos
Tabagismo
Alcoolismo
Drogas (maconha, cocaína, etc)
Medicamentos para depressão, diabetes ou hipertensão.

Tratamento para Impotência
Como falei para você, disfunção erétil tem tratamento, isso significa que tem solução. As melhores opções de tratamento são as que utilizam psicoterapia.

Sempre que esta situação lhe incomodar, busque tratamento.

Devido a disfunção erétil ter diversas causas é importante uma avaliação psicológica e também avaliação médica para descobrir a origem do problema.

Sendo identificada a causa, inicia-se o tratamento e o mais indicado é a Terapia Sexual, feita pelo Psicólogo(a) especialista em sexualidade.

Dentro da psicoterapia, utilizam-se técnicas específicas para a disfunção erétil, considerando as características de cada paciente.

Garanto a você, na maioria dos casos de disfunção erétil a causa é psicológica.

Para isto indico a psicoterapia que é um tratamento de fácil acesso, com resolução e satisfação em praticamente 100% dos casos.

Há tratamentos que envolvem uso de fármacos, cirurgias e até implantes de próteses, porém, em praticamente todos os casos a terapia sexual resolve antes de o paciente precisar optar por algo mais invasivo.

Leia também:
Solução da Disfunção Erétil: Consulta com Psicólogo Terapeuta Sexual

Viva com Prazer
A sexualidade está aí para ser vivenciada com prazer.

A saúde sexual também proporciona saúde física e emocional, ou seja, se você vivenciar bem o sexo, aproveitando como quer deste momento, você dá qualidade ao seu corpo físico e também qualidade às suas emoções.

Sexo bom faz bem ao seu organismo todo.

E quando o sexo está com problema, da mesma forma faz também mal ao organismo todo, gerando outros problemas e outras doenças em outros órgãos.

Se você tem uma disfunção erétil, ou qualquer outro problema que impeça de desfrutar da sua sexualidade, procure ajuda, procure orientação.

Disfunção erétil tem solução, e estamos aqui para lhe ajudar. Conheça aqui nossos especialistas e faça uma consulta online com sigilo total.

CLAREADOR DENTAL 100 % NATURAL Whitemax Olá divinas tudo bem?

CLAREADOR DENTAL 100 % NATURAL Whitemax Olá divinas tudo bem?

A resenha de hoje é um produtinho que estou usando a algum tempo e tenho amado cada vez, para tratamento e clareamento dos dentes.

O clareador dental Whitemax funciona é composto por 100% ingredientes naturais, polir, desintoxicar a boca, eliminar placas e de quebra eliminar o mau hálito.

Sem nenhum componente químico é super seguro e sem contra indicações e aprovado pela Anvisa.

O componente principal é o carvão ativado da casca do coco, ou seja, é um carvão medicinal que vai remover manchas, toxinas e placas bacterianas da superfície dos dentes através de um processo chamado adsorção, onde o carvão “cola” nessas partículas e as elimina da sua boca.

Ao contrário de muitos produtos que estão aí no mercado Whitemax não causa sensibilidade nos dentes, tem uma ação anti séptica e neutraliza o Ph da boca.

⇾Carvão ativado medicinal: É um tipo de carvão projetado especificamente para uso medicinal. O carvão passa por um processo especial, sendo aquecido primeiramente na presença de certos gases que o torna extremamente poroso. Graças a essa porosidade, sua habilidade de se ligar as impurezas aumenta expressivamente, sendo capaz de absorver cerca de 200 vezes o seu próprio peso em substâncias nocivas (por isso é muito utilizado para tratamento de intoxicação alimentar).

⇾Argila Kaolin: é purificada e refinada, tornando-se um agente de limpeza e polimento seguro e eficaz. Após removidas as impurezas, a argila é tratada termicamente em altas temperaturas. Isto provoca a desidratação térmica das suas partículas em forma de plaquetas, de modo que as suas superfícies funcionam mais eficientemente (numa escala microscópica) na limpeza e polimento do esmalte dos dentes.

⇾Óleo essencial de laranja: Com suas propriedades anti-inflamatórias, antimicrobianas e antissépticas, o óleo essencial de laranja é um excelente aliado para promover alívio à inflamações, inibir o crescimento de bactérias indesejáveis e eliminar toxinas da sua boca antes que elas sejam absorvidas.
(informações retiradas do site da marca)

É um pó fino totalmente sem gosto, confesso que faz um pouquinho de sujeira na hora de escovar, mas os benefícios superam esse probleminha kkkk.

E não para por aí com clareador Whitemax você não precisa deixar de consumir as coisas que você mais gosta, café, vinho e alimentos que contenham corantes.

Vale a Pena Comprar Colágeno Hidrolisado? É Bom? Veja Minha Opinião Sincera!

Vale a Pena Comprar Colágeno Hidrolisado? É Bom? Veja Minha Opinião Sincera!

Muita gente tem me perguntado se comprar colágeno hidrolisado é bom para a beleza feminina.
Por conta disso, eu resolvi escrever esse post justamente sobre o tema. Espero sanar as dúvidas que me foram enviadas.

Antes de mais nada, gostaria de frisar que quando falo sobre um suplemento como esse não estou pensando só na estética e beleza.

Mesmo que os padrões da sociedade exijam que sigamos modelos praticamente inatingíveis, acredito que nossa maior preocupação deve ser sempre com a saúde.

Procedimentos invasivos são extremamente perigosos. Tanto que tem muita mulher que sai da clínica de estética diretamente para o plantão do hospital. Um absurdo completo.

Nesse contexto, os tratamentos naturais e equilibrados são sempre mais recomendáveis. Fazendo a escolha de uma boa suplementação, podemos revelar a nossa beleza de dentro para fora, sem mutilações ou técnicas das quais possamos nos arrepender depois.

Por isso, se você tem interesse em saber como o colágeno hidrolisado funciona e se ele é realmente eficiente, veio ao lugar ideal.

Acomode-se onde você estiver agora e leia as minhas dicas com atenção.

Colágeno hidrolisado – para que serve?
O colágeno hidrolisado é proveniente de origem animal, normalmente bovina (cartilagem e ossos).

Ele é uma proteína que se faz essencial no nosso organismo, não apenas para a beleza da pele, mas também para estruturas musculares e ósseas.

Em suma, as funções do colágeno hidrolisado são:

Melhorar as estruturas que compõem a pele, deixando-a mais firme
Aumentar a espessura das camadas superficiais dos tecidos, escondendo as celulites subcutâneas
Potencializar a resistência e habilidades das articulações, ossos e tendões
Fortalecer a massa muscular e reduzir a massa gorda
Turbinar o crescimento e fortalecer cabelos e unhas
Qual é o melhor colágeno hidrolisado? Beauty Skin funciona, é claro!
O colágeno hidrolisado funciona quando associado com outras vitaminas e minerais, principalmente a vitamina C e o zinco. Isso acontece porque uma substância é dependente da outra para que possa ser absorvida e sintetizada.

Não é à toa que muitas bebidas que se dizem repositoras de colágeno são combinadas com limão, laranja e outras frutas ricas em vitamina C.

Mas nem sempre o zinco está presente, então não há garantia de que elas sejam eficientes.

Considerando isso tudo, na minha opinião e na opinião de milhares de mulheres, o Beauty Skin é o melhor colágeno hidrolisado do mercado, pois ele contém:

Colágeno hidrolisado dos tipos 1 e 3
Vitamina C
Vitamina A
Biotina
Zinco
Ou seja, a marca se preocupou em fazer uma fórmula completa e realmente eficaz. Desta maneira, o consumo de colágeno hidrolisado traz efeitos reais no dia a dia da mulher.

Segurança e efeitos colaterais
Em geral, os suplementos naturais à base de colágeno hidrolisado não oferecem riscos. Tanto que não há necessidade nem mesmo de prescrição médica para adquirir.

O Beauty Skin é aprovado pela equipe da ANVISA e está dentro das normas exigidas.

Não foram registrados quaisquer efeitos colaterais. Mesmo assim, mulheres em fase de gestação, amamentação, crianças, idosos e enfermos precisam da opinião de um especialista antes de ingerir.

Como o Beauty Skin funciona no meu corpo
Minha experiência com a marca foi uma das melhores que eu já tive quando o assunto é suplementação feminina.

Comprar Beauty Skin funciona bem melhor do que comprar colágeno hidrolisado sem as demais vitaminas e minerais junto.

Fiz o tratamento correto com o Beauty Skin, de acordo com as instruções do laboratório. Em poucas semanas, fui percebendo a suavização nas minhas celulites.

Pernas, bumbum e coxas ficam lisinhas e uniformes, além de mais firmes.

Os seios também são muito beneficiados. Parece que voltei alguns anos no tempo quando vejo eles empinados por conta do tratamento.

Não tenho muitas rugas, mas as poucas que eu tinha simplesmente desapareceram do meu rosto e pescoço.

Fiz, inclusive, questão de comprar Beauty Skin para a minha mãe. Assim ela vai ter um rostinho mais jovem e as articulações e ossos mais resistentes.

Enfim, o produto é tudo de bom e eu recomendo! Está aprovadíssimo!

Outras clientes satisfeitas – depoimentos
Os depoimentos sobre como o Beauty Skin funciona estão tomando conta das redes sociais e grupos dos quais eu participo.

No site oficial também há algumas fotos de antes e depois sensacionais, que mostram os efeitos que o produto é capaz de propiciar para a gente. Vale dar uma conferida.

Onde comprar Beauty Skin original
Quando um produto faz sucesso, normalmente vira alvo de piratarias baratas e sem qualidade, é ou não é? Pois então, com esse suplemento infelizmente não é diferente.

Por isso, fica a dica: compre Beauty Skin somente no site oficial, para o qual eu deixarei um atalho no decorrer aqui da postagem.

Não coloque sua saúde em risco com produtos de origem super duvidosa presentes no site das Americanas, Mercado Livre e outros do gênero.

Até porque as condições de pagamento e as promoções do distribuidor são irresistíveis.

Adoro quando a gente tem essa oportunidade de negociar diretamente com o laboratório, sem intermédio de terceiros.

Qual o preço do Beauty Skin? Custa muito?
A relação entre custo e benefício do Beauty Skin é uma das melhores do mercado. Esse também é um dos méritos da marca.

Para você ter uma ideia, mesmo sendo um valor baixo por cada pote, tem como fazer parcelado. E as parcelas começam em somente R$ 17,76 por mês. À vista ou nos combos, o preço fica ainda mais vantajoso.

Dependendo do kit que for escolhido, o desconto chega a 60%!

Isso dá menos que a metade do custo original. Interessante para garantir mais meses de tratamento ou dividir com uma amiga, não é mesmo?

Livre-se das celulites já!
Se você ficou interessada e quer ver como o colágeno hidrolisado funciona melhor na fórmula do Beauty Skin, não perca mais tempo.

Deixarei um link promocional, com uma oferta especial para as leitoras aqui do blog.